Autor: Paulo Mayr

Viúvas e Orfãs do Aécio!!! É engraçado e Verdadeiro.

Acho que tô decaindo.

Essa semana, aqui no Trombone, uns posts, escrito por mim pro Trombone, mas com jeitão de Facebook.

Agora, colo link de um vídeo/animação que retrata com perfeição as  viúvas (os)  ou orfãs (os) do Aécio, ou da derrota do Aécio, que, aliás, recebi pelo Facebook.   Quer ver e se divertir,

 

Que Saci, Que Nada; Legal é Comemorar Halloween

Portadores do Complexo de Vira-lata* estão comemorando hoje o Halloween.  Alguém já propôs que fosse criado o dia do Saci, para homenagear nossa simpática personagem folclórica. Torcendo por  um eventual futuro dia do Saci, poema do  amigo Paulo D´Auria, mas antes microconto meu:

O saci fumou tanto aquele maldito cachimbo que também ficou com um pulmão só!!!

Poesia do meu Xará – Paulo D´Auria.

sa
sa
são

são
pa
pa

são
paulo
tem
saci
?

‘travessando a marginal
pulando numa perna só
eu vi um saci
mora no canteiro central
e vive dando nó
no trânsito da capital

sa
sa
tem

são
são
tem

são
paulo
tem
saci
!

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Complexo de Vira-lata é o sentimento de inferioridade do Brasileiro em relação a Estados Unidos e Europa, “tradução”/definição  livre minha  do termo de Nélson Rodrigues.  Quiser ver diversos exemplos, clique (obs. o primeiro que vai aparecer é o que se manifesta em Latim)

Falta de Opção

Certamente a piada é antiga e sempre repetida quando há mulheres não bonitas  em destaque.  Desconhecia, ouvi há pouco.

Sujeito ao responder com qual das duas transaria, disse:

– Prefiro fazer roleta russa com cinco balas no tambor a tomar tiro direto na nuca.

Nossa, o sexy appeal delas está mesmo em baixa!!!

Xingamento e Prazer

Bonita, magra  e assídua frequentadora da padaria perto de casa, no final da tarde de hoje, conversava ao celular.

Sem abaixar minimamente a voz, disse:

– Ela que vá  tomar no c. dela.

Companheira de  estadia em Bournemouth, mil anos atrás, sempre que alguma mulher a contrariava,  falava rindo:

Eu mandar essa mulher tomar no …..?
Tá louco!!! Dar uma dica boa assim para uma idiota dessas!!!

Famosa cantora, que até outro dia fazia dupla com irmão,   objeto de desejo de dez entre dez brasileiros, há pouco tempo,  disse algo muito semelhante; em outras palavras, endossava a opinião da minha companheira de viagem.

Pode isso, Arnaldo??? Quero dizer, Pode isso, Código de Trânsito???

Há pouco, no cruzamento, descida abaixo, da Cândido Espinheira com a Rua Tupi (Pacaembu/Higienópolis), carro parado esperando o momento de atravessar.  O segundo carro parou.  O terceiro bate no segundo, arremessando-o contra o Primeiro.

Não houve feridos, apenas “para-choques chocados”.

Os três carros com vidros nigérrimos, naturalmente.

Esses vidros não deveriam ser usados nem  em carros para transportar defuntos pro cemitério.

Entretanto, acho que mesmo quando ficar mais do que comprovado o óbvio (que esses vidros são responsáveis por muitas batidas, mais, ou menos, sérias) a lei que os proíbe vai continuar sendo “lei que não pegou”, diria  minha antiga professora de Francês.  Segundo ela,  e muitos outros repetem,  no Brasil,  algumas leis pegam e outras não.  E eu tinha que ouvir calado comentário desses de gringa que deixa sua “pátria maravilhosa” para sobreviver aqui.

Piabas e Ordinárias

Adoro piadas – bem contadas -,  gosto de gente do bem – a imensíssima maioria-.

Assim, vou roubar  quase tudo do verso do amigo Nando Távora,  sambista do Caiubi.

Lá vai o verso:

Piaba* na ponta da linha é uma alegria só

Piada mal contada é coisa de dar dó

*peixe que luta muito quando é fisgado

Lá vai o meu plágio.

Gente do/(de) bem é felicidade só

Gente ordinária devia tá tudo no xilindró

Como disse, a imensíssima maioria é de gente fina, mas eu conheço pessoas ordinárias, sobretudo uma,  que bota ordinarice  nisso…

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Quer piadas bem contadas (escritas)????  Clique aqui

Não vou dizer que é melhor que piadas, mas é diferente, conheça músicas de  Nando Távora.  Quem não  se lembrar de Adoniran ganha um doce. Clique aqui.  A da Piaba, propriamente dita, não está no Youtube, mas garanto que você vai gostar de todas.

Complexo de Vira-Lata, Agora Até em Sânscrito!!!

No Horti-Fruti de Higienópolis/Santa Cecília, são vendidas  sacolas de Plástico com bonitas ilustrações de Frutas, Legumes e de uma figura mítica feminina em Posição de Yoga.

Lado esquerdo, desenho,  da fruta/legume;  lado direito, o Complexo de Vira-lata Estatelado

 

Cenoura                                                                        Farm fresh Cariotes – Next Right, 1 Mile

Pêssegos                                                                       Fresh Peaches –   1 Mile Ahead

 

Na sacola Yoga/Yogui,  nenhuma  palavra em Português.  Havia Palavras em Inglês e outras em Sânscrito.  Acho que às vezes tentavam formar frases bilíngues, já que havia umas palavras estranhas e um verbo e/ou  substantivo em Inglês.

Misturar idiomas já é esquisito e, muitíssimo provavelmente, as grafias tanto em inglês como em Sânscrito não deviam estar corretas.

História perfeita, já contada aqui, que ilustra não só o complexo de vira-lata, como o péssimo inglês e francês de fachada do brasileiro.

No restaurante, o cliente pede o cardápio em Português.  Pernóstico, o maître informa que não há cardápios em português.  O Cardápio, todo escrito em francês, era de couro e as páginas em pergaminho.  O cliente não tem dúvida.  Tira a caneta do bolso do paletó e começa a rabiscar o cardápio, corrigindo diversas palavras grafadas de forma incorreta.  Devolve para o maître estupefato, levanta-se, vai-se embora, mas antes determina:

– Se não há cardápio em Português, pelo menos escrevam em francês decente!!!

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Outro dia foi o Complexo de Vira-lata se expressando em “Pseudo Latim”. Agora, em Sânscrito.  Quem sabe, logo mais os Portadores Compulsivos  do Complexo de Vira-Lata não estejam falando/escrevendo em “Paraguaio”.  Para Complexo de Vira-lata em Latim, Clique –

Para Complexo de Vira-lata em Geral, clique –

Em tempo, Complexo de Vira-lata é o sentimento de inferioridade do Brasileiro em relação a Estados Unidos e Europa. “Tradução”/definição  livre minha  do termo de Nélson Rodrigues.

Conjunções Adversativas e a Beleza da Apresentadora

Anunciado ontem que Renata Vasconcellos volta a ser apresentadora do Jornal Nacional, ao lado de William Bonner.  Bom momento para reler texto que já escrevi aqui sobre ela, quando assumiu o mesmo posto, talvez em caráter temporário.

Lá vai:

“Viajou sem Passaporte”, exemplo de sujeito oculto usado pelo  gramático Domingos Paschoal Cegalla,  deu nome a um grupo de estudantes da ECA-USP que fazia intervenções artísticas  no centro de S. Paulo, no final da década de 70.

“Os urubus são as aves mais feias do céu mas têm um belo vôo alçado e tranqüilo” era o trecho de uma crônica de Paulo Mendes Campos que o mesmo autor, Paschoal Cegalla,  usava para explicar  conjunção adversativa.

As notícias do mundo no Jornal Nacional são quase sempre de matar, mas a beleza serena   da apresentadora Renata Vasconcellos  ameniza  muito todos os infortúnios. É o exemplo atual que me ocorre para a mesma conjunção adversativa.

Que tenhamos, de fato,  um mundo mais suave, não apenas porque as notícias sobre ele  saem dos belos lábios da bela Renata.

Nas Ruas, o Caos; Na Ciclofaixa – Muita Faixa Para Pouco Ciclo!!!

Às 17,55 de ontem,  saí a pé, da Alameda Barros com a Rosa e Silva, pela calçada ao lado da Ciclo Faixa, recém inaugurada. Até a Ministro Godoi, pela Cândido Espinheira,   cerca de 1000 metros, quinze minutos de caminhada.  Duas bicicletas passaram por mim, duas vinham em sentido contrário e uma criança passeava com bicicletinha de duas rodas grandes e duas rodinhas laterais.

Na Ministro Godoy, com Cândido Espinheira uma pista para estacionar, uma para bicicleta.  Um carro parado, mãe e filha passam e gritam:

– Aí é ciclo-faixa!!!

Cem metros à frente, as conscientes ciclistas não aguentam  a subida e começam a empurrar a bicicleta.  Viram à direita na Turiassú.  Certamente para aproveitar a ladeira, ladeira abaixo.

Cruzamento da Ministro Godoy com a Homem de Mello,  parei na Nova Charmosa, melhor padaria do Mundo.

Saldo: andei cerca de 25 minutos, aproximadamente 1,5 km – 5 bicicletas pela ciclo faixa, sendo 2 conduzidas por crianças.

Para combater a insônia, ao invés de contar carneirinhos, contarei bicicletas:

Enquanto o sono não vem, conto uma bicicleta, espero 4 minutos, conto mais uma;  espero mais quatro minutos, a terceira; Quatro minutos após, ameaça de quebra da montononia; D U A S    B I C I C L E T A S ao mesmo tempo!!!

Na volta,  das 18:50 às 19:10, pelo mesmo itinerário, quatro bicicletas.

Restringir mais ainda o espaço dos carros, em benefício de sete ciclistas, não parece ideia sensata.

Contar carneirinho já era, agora vou contar bicicletas pela ciclovia.  Não há insônia que persista a uma bicicleta a cada quatro minutos…