Jô Soares

Será que o Jô não Cogita Falar Menos???

Galvão Bueno no programa do Jô:

– A Regra é Clara.

Jô:

– A única regra clara é a das mulheres.

Sempre digo que quem fala muito ao microfone  dá fora.  É lógico.

Mas essa do Jô…  Aliás, o Jô…

Talvez, segundo a lógica de quem fala muito ao microfone dá muito fora, talvez se o Jô se contivese um pouco… daria menos foras…

Será que ele não cogita disso???

Aluno Rico Pode Tudo; Aluno Pobre é Debochado Pela Imprensa e na Internet

Amigo meu, cuja paixão maior é meter o pau no Brasil,  enviou  um dos seus inúmeros emails semanais com seu objetivo.  O de agora há pouco era  notícia dando conta do que escreveram  dois estudantes que participaram da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  Na redação, cujo tema era a Imigração Italiana para o Brasil, um deles  colocou   receita de macarrão instantâneo e outro,  trecho do hino do Palmeiras.  O do macarrão teve 560 pontos em mil e o do Palmeiras, 500.

Mil anos atrás, ao filho de um parente, que hoje é advogado  de grande empresa,  formado pela São Francisco, no Jardim da Infância ou pré-primário de colégio da elite, foi pedido que falasse ou escrevesse uma frase com a palavra vela.

Ele não teve dúvida:

– Na minha praia tinha uma macumba.

Eu achei interessante, principalmente porque desde os dois anos de idade,   esse aspecto de consciência de classe dele (minha praia) sempre foi muito forte.  Bem, eu gostava do menino e era  suspeito, mas a professora deu nota máxima.

Pelo que se deduz, crianças da elite têm direito a total criatividade.  Já os carentes do Enem precisam seguir  estritamente o que lhes é pedido; caso contrário, são ironizados, quase hostilizados por todos, Jô Soares no meio.  Lembram-se   daquele quadrinho que há ou havia no programa do Jô para ridicularizar erros cometidos em redações???

Se quiser ler sobre Jô Soares, clique

A torcida do Flu ainda enche uma van???

Lembro-me de ter ouvido que a torcida do Fluminense cabia em um fusca ou uma van. 

Hoje descobri que foi o Jô Soares, torcedor do clube, quem disse isso há algum tempo.  Pois bem,  o Fluminense continua firme em último lugar no Campeonato Brasileiro.

Considerando que Chico Buarque é outro torcedor e que Jô ocupa bastante espaço na van, pergunto:  precisamente, quantos são e quem são os torcedores do Flu???

Quando o Jô falou isso,  site fez enquete para saber se era mesmo verdadeira a afirmação.  A resposta vencedora foi: tem que ser duas vans: uma pro Jô e outra para a torcida…

Jô Soares – Muitos Pesos e Muitas Medidas

O Boca no Trombone estava com Problemas Técnicos e ficou fora do ar. O texto abaixo escrevi há um tempinho. Publico agora.

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Jô Soares freqüentemente diverte-se e diverte a platéia lendo respostas/definições absurdas que estudantes teriam dado a respeito de vários assuntos. Para começar, ninguém sabe se essas respostas foram mesmo ditas/escritas ou, sim, criadas pela Produção do Programa.

Supondo-se que elas sejam verdadeiras. Será que é elegante, ou de bom gosto, debochar de pessoas que se sacrificam barbaramente para estudar à noite depois de terem trabalhado oito horas??? – gente que recebe salários magérrimos, e ainda passa boa parte da vida espremida em condução -.

Para mim, entretanto, muito mais curioso, e até surpreendente é o fato de o próprio Jô Soares ao invés de falar Tinha Mandarins (no sentido de haver/havia) dizer TinhaM mandarins, como ele afirmou ao entrevistar o Dr. Hsu, médico obstetra no programa que foi ao ar de 13 para 14 de novembro último. Ele interrompeu a frase, mas disse tinham – claramente – no sentido de havia Mandarins. Tentei confirmar no Site da Globo, mas não-assinantes não podem assistir ao vídeo inteiro da entrevista. De qualquer forma, reitero que ele disse Tinham Mandarins ao invés de Tinha Mandarins. Com freqüência, ele comete erro semelhante em seu programa. É só olhar as gravações.

Também é espantoso quando ele, Jô Soares, que estudou na Suíça, antes de virar a página de algum livro ou documento, bota a língua para fora e esfrega os dedos para facilitar o manuseio.

Mais comentários meus são dispensáveis. Os leitores do Boca no Trombone, se quiserem, “Tromboteiem” à vontade.